“É um avanço importante para os pacientes sergipanos”, afirma Cláudio Mitidieri sobre transplantes

Foto: Ascom/SES

Sergipe vive um novo momento na área de transplantes. Em janeiro de 2026, o Estado retomou, após 13 anos de interrupção, a realização de transplantes renais com doador falecido e, em maio, passou a realizar, de forma inédita, transplantes de fígado. Os procedimentos são realizados pela Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia, integrante da Rede Estadual de Saúde e referência em atendimentos de média e alta complexidade.

De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES), 34 transplantes renais e três transplantes hepáticos foram realizados em Sergipe no primeiro semestre de 2026. O início do serviço de transplante hepático representa um marco inédito para o Estado, que passou a integrar o grupo de unidades federativas habilitadas para esse tipo de procedimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Os primeiros transplantes de fígado da história de Sergipe foram realizados no Hospital de Cirurgia em maio. A unidade informou que o primeiro procedimento ocorreu no dia 9 de maio e o segundo, em 14 de maio. A implantação do serviço permite que pacientes com doenças hepáticas graves tenham acesso ao tratamento no próprio Estado, sem a necessidade de serem encaminhados para outras unidades da Federação.

A retomada dos transplantes renais também representa uma mudança importante para pacientes com doença renal crônica. Segundo a SES, entre janeiro e março de 2026, foram realizados 17 transplantes renais a partir de 25 rins disponibilizados para transplante. O retorno do procedimento com doador falecido ocorreu depois de 13 anos de inatividade.

Para o candidato a deputado federal Cláudio Mitidieri, que esteve como secretário de saúde durante a retomada dos transplantes, a oferta dos procedimentos em Sergipe representa mais segurança e qualidade de vida para pacientes e familiares. “Ter a possibilidade de fazer um transplante perto de casa, junto da família, faz toda a diferença para quem está passando por um momento tão delicado. É um avanço importante para os pacientes sergipanos, que passam a ter acesso a um tratamento de alta complexidade sem precisar deixar o Estado”, afirma.

Além da proximidade com a família, a realização dos transplantes em Sergipe reduz a necessidade de deslocamentos para outros estados e fortalece a estrutura de alta complexidade da rede estadual.

A experiência pessoal de Cláudio Mitidieri como transplantado também torna o tema especialmente significativo para ele. “Eu vivi na pele o que significa precisar de um transplante. Sei da ansiedade e de tudo o que envolve esse processo. Por isso, poder acompanhar Sergipe retomando os transplantes renais e avançando também nos transplantes de fígado tem um significado muito importante para mim”, destaca.

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