O primeiro turno das eleições de 2026, realizado no último domingo, 4, deixou seis estados e o Distrito Federal sem governador definido. Os eleitores dessas sete unidades da federação voltam às urnas no dia 25 de outubro para escolher entre os dois candidatos mais votados.
Foram poucos os estados que precisaram de uma segunda rodada. Com apenas sete unidades da federação indo ao segundo turno, este é o menor número de disputas desse tipo para governador desde 1989, quando as eleições passaram a seguir as regras estabelecidas pela Constituição de 1988. Nas outras 20 unidades, o governador já foi eleito no primeiro turno, por ter ultrapassado a maioria absoluta dos votos válidos.
Disputas por margem mínima
Em quatro das sete unidades, o primeiro colocado terminou a votação a menos de um ponto percentual de garantir a vitória sem segundo turno. É o caso de Acre, Distrito Federal, Espírito Santo e Rio de Janeiro, onde os líderes ficaram entre 49,27% e 49,93% dos votos válidos.
No Distrito Federal, a diferença foi a menor: Celina Leão (PP) obteve 49,93% e faltaram apenas 0,07 ponto para encerrar a disputa. Ela enfrenta Leandro Grass (PT), que teve 34,48%.
O quadro em cada unidade
Acre: Mailza Assis (PP) liderou com 49,76% dos votos válidos. Alan Rick (Republicanos) ficou em segundo, com 32,27%.
Amazonas: Omar Aziz (PSD) terminou na frente, com 40,38%. A Professora Maria do Carmo (PL) obteve 24,72%.
Distrito Federal: Celina Leão (PP) somou 49,93%, e Leandro Grass (PT) teve 34,48%.
Espírito Santo: Lorenzo Pazolini (Republicanos) teve 49,65%, e Ricardo Ferraço (MDB) ficou com 34,06%.
Rio de Janeiro: Douglas Ruas (PL) alcançou 49,27%, e o ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) teve 42,76%.
Rio Grande do Norte: o quadro mais apertado do país. Allyson (União) obteve 36,83%, e Cadu de Lula (PT) ficou com 36,21%, uma diferença de 0,62 ponto percentual.
Tocantins: a Professora Dorinha (União) somou 45,52%, e Vicentinho Júnior (PSDB) teve 43,94%.








