Após anunciar sua renúncia ao cargo de vice-governador na chapa de Ricardo Marques (PL), Érico Menezes protocolou, nessa última terça-feira, 29, o pedido de desistência expressa junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE), e justificou motivo diferente do divulgado nas redes sociais.
O pedido, que foi homologado nesta quarta-feira, 30, acabou barrando a candidatura de Ricardo. A juíza titular Brígida Declerc Fink justificou que o candidato a governador não poderia disputar o pleito de forma isolada.
No documento protocolado nessa última terça, Érico afirmou que a se deu “por não concordar com o posicionamento do candidato ao governo na chapa quanto ao propósito da candidatura”.
Entretanto, em uma publicação no Instagram no final da manhã, Érico havia declarado que a escolha foi “muito difícil” e tomada após reflexão, apontando a prioridade familiar como motivação. Segundo a publicação, sua esposa enfrenta um período delicado de saúde e necessita de cuidados.
Já nesta quarta-feira, 30, a defesa do ex-candidato requereu a juntada do termo de renúncia aos autos do processo para viabilizar o cancelamento do registro de candidatura. O documento solicitava ainda a notificação formal da coligação “Fé e Coragem pra Mudar”, formada por Podemos, PL e Novo, para que houvesse a substituição na vaga de vice, conforme prevê a legislação eleitoral. Nesta petição mais recente, contudo, não há menção aos motivos alegados no dia anterior.








