Em entrevista concedida ao Jornal da Fan, da Rádio Fan FM, na manhã desta terça-feira, 1º, o candidato ao Governo de Sergipe pelo Partido Liberal (PL), Ricardo Marques, falou sobre questões internas relacionadas às prioridades e ao financiamento da campanha para as eleições deste ano. Entre os assuntos abordados, ele respondeu às especulações de que sua candidatura não teria tracionado até o momento como representante da direita.
Na ocasião, Ricardo Marques explicou que, desde a pré-campanha, aguardava o direcionamento do PL Estadual para a condução do projeto eleitoral. Segundo ele, a expectativa era de que um estrategista fosse contratado para orientar a campanha e definir as estratégias eleitorais.
“Contratamos o melhor estrategista do Brasil aí para direcionar a sua pré-campanha, para que a gente possa tracionar, vamos fazer pesquisas qualitativas, aí você pergunta se foi feita alguma, vamos fazer pesquisas internas para a gente ter direcionamento de como a gente seguir, a gente ficou na expectativa, esperando, vamos levar essa plataforma do Se Liga Aí para o interior do Estado, a gente ficou esperando, eu não estou aqui para encontrar quem foi responsável, quem não foi, mas a gente aguardou um direcionamento da liderança estadual em cima disso daí”, revelou.
Sobre as especulações de que não representaria um “verdadeiro” candidato de direita, Ricardo Marques afirmou que sua atuação política é baseada em princípios que considera ligados ao campo conservador.
“Eu levo ideias e propostas para a população, eu tenho princípios, liberdade, família, liberdade econômica, contra a criminalidade, Deus, são os princípios que nós temos do povo conservador e isso não é discurso, é vida, isso não é narrativa, é exemplo. Eu não preciso humilhar ninguém para falar isso daí, eu não preciso bater ninguém para viver isso daí, eu faço a minha campanha como eu sempre fiz”, afirmou.
Por fim, Ricardo Marques comentou a avaliação de que sua campanha não teria tracionado e atribuiu um eventual resultado abaixo do esperado a questões estratégicas da condução do projeto eleitoral.
“Não tracionou por causa de alguma estratégia que a gente fez e aí eu coloco, como sempre, a coletividade que a gente não soube controlar. Então, se teve um erro, foi um erro estratégico de quem estava à frente da liderança e disso tudo aí, somente isso, não porque a nossa campanha não tracionou”, finaliza.








