Em convenção do partido Missão neste sábado, 1º, em São Paulo, Renan Santos oficializou sua candidatura à presidência da República.
Renan Santos tem 42 anos, é ativista político, empresário e uma das lideranças do Movimento Brasil Livre.
Entre 2015 e 2016, participou de protestos que pediam o impeachment da então presidente Dilma Rousseff, entre eles a chamada “Marcha pela Liberdade”, que caminhou de São Paulo a Brasília.
Na oportunidade, Renan apresentou o “Livro Amarelo”, publicação que reúne propostas para o país. Entre as metas, propôs a melhora da segurança pública. Em suas metas estão a redução o número de homicídios a, no máximo, 10 mil por ano; Baixar os juros para menos de 6% e alcançar superávit nominal nas contas públicas; Retirar 8 milhões de pessoas das favelas e transformar 6 mil comunidades em bairros; alfabetizar nove entre cada dez crianças.
Renan diz não ser uma ‘terceira via’ nestas eleições e rejeita o termo ‘antipetista’: “Nós não somos nada de terceira via. Nós construímos o próprio caminho com as próprias ideias, com as próprias cores, com o próprio sonho, com a própria imaginação”, afirmou. E defendeu: “Estamos há décadas vivendo a noite do petismo. Eu volto a afirmar: a afirmação é a luz. E a luz está presente nessa cor. A luz são as nossas ideias. A luz é a nossa coragem”.
Sobre segurança pública, Renan defendeu forte reação a crimes. “Meu país não vai oferecer esmola para ninguém. Vocês vão comprar seu carro, seu celular. E ninguém vai roubar nada que é seu, porque nos vamos matar quem roubar”, afirmou.
Ainda na convenção, Renan atacou Flávio Bolsonaro. “São semanas para que a gente tire Flávio do segundo turno e para que o Lula vire seus canhões malditos contra nós, os mesmos canhões que eles viraram contra nós no impeachment [da presidente Dilma Rousseff (PT)]. Não há energia nos demais candidatos. Já estamos em terceiro [lugar] e subindo”,declarou.
Esta é a primeira eleição presidencial de Renan Santos e do próprio Missão, fundado por integrantes do MBL.







