A eleição suplementar para escolha do novo prefeito do município de Riachão do Dantas (SE), região Centro-Sul do Estado, não tem previsão para acontecer. Isso porque o Código Eleitoral estabelece que a convocação de novas eleições para o município só pode ocorrer após o julgamento definitivo do processo, realizado no TSE.

Nesta sexta-feira, 15 de fevereiro, no Jornal da Fan, o secretário judiciário do TRE-SE explicou que a legislação recomenda que a eleição suplementar seja realizada em uma ano, mas ressaltou que não há prazo estabelecido porque não existem sanções previstas no caso de alargamento da passagem desse período.

Gerana e Luciana. Foto: Fan f1

O município está com prefeito interino, o presidente da Câmara de Vereadores, Pedro Oliveira (PT), desde agosto do ano passado, quando a prefeita e o vice-prefeito de Riachão do Dantas, Gerana Costa e Luciano Gois Paul, respectivamente, foram afastados do cargo por abuso de poder econômico e fraude ao processo eleitoral nas eleições de 2016.

Gerana e Luciano foram condenados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE) numa ação movida pelo Ministério Público Federal de Sergipe (MPF/SE).